3 de setembro de 2015

O dia que meus pés aguentaram 10h

Faz algum tempo que não escrevo, mas senti que desta vez, precisava. Eu sempre gostei dessa ideia de "realização de sonhos" e de como as pessoas se sentem bem quando realizam um. Seja uma viagem para a Disney ou conhecer seu ator preferido.

Pois então, nessa terça-feira, primeiro de setembro, isso aconteceu comigo.

Muitas pessoas acompanham o blog há algum tempo, e todo mundo que é mais próximo de mim sabe o quanto eu gosto da Kaya Scodelario. Não digo que sou a maior fã que ela pode ter, porque não gosto desse tipo de coisa, mas é verdade que eu a acompanho há muito tempo mesmo. E todo mundo a minha volta sabe o quanto gosto dela. Quem já leu meus surtos com Maze Runner aqui no blog também sabe que li a saga por conta dela e que me apaixonei perdidamente. Está no meu TOP 3 de sagas favoritas, porque não sei escolher uma só. 

Essa semana, a Kaya estava no Brasil junto do ator Giancarlo Esposito para divulgar a segunda parte da franquia, Prova de Fogo, que será lançada nos cinemas brasileiros (antes de todo mundo, yas!) dia 17 de setembro. 


5 de junho de 2015

A Menina Submersa, possivelmente o livro da minha vida



Eu já devo ter falado isso para vários outros livros, mas agora sinto que é pra valer. A maioria das pessoas conhece o meu amor por sereias, e só o título de A Menina Submersa já tinha me encantado por si só. Depois, foi só olhar a capa e morrer de amores pelo livro. 

O problema é que ninguém tem uma boa ideia do que a história se trata, nem mesmo a protagonista. É sobre sereias? Fantasmas? Ou talvez um lobisomem? Acontece que ao ler a obra de Caitlín R. Kiernan, você não lê apenas um livro. Lê dois. 

4 de junho de 2015

Eu acho que sou como a lua

Deus do céu, que saudades de escrever minhas besteirinhas aqui. Explicando o título; sou como a lua porque tenho lá as minhas fases. Tenho aquela fase de jogar tudo para o alto e mandar o foda-se, a fase de desistir, a fase de superar, a fase de me reerguer. Devo ser algum tipo de lua com mil faces ou algo do tipo.

Me recuso a dar mais desculpas sobre o que aconteceu aqui de novo, o motivo de eu ter abandonado e tudo mais. Aconteceu. E por quê? Sei lá. Simples assim.

Prefiro virar a página e me focar nos novos projetos para o blog e pedir encarecidamente que cada um de vocês que ainda o leem, que me incentivem a postar. E nisso, não estou pedindo comentários, likes ou amores. Estou pedindo para apontarem uma arma para a minha cabeça e me ameaçar até eu deixar de ser preguiçosa! Combinamos assim?

Então eis as novas, velhas e futuras mudanças do Acerejada, que eu pretendo cumprir, porque não quero armas apontadas para mim, supondo que todo mundo cumpra promessas.

24 de fevereiro de 2015

Postagem Branca - 18 com carinha de 68

Eu estou me sentindo a pior pessoa do planeta. 

Tô com aquela sensação engasgada de que tenho que falar alguma coisa. E quando nada sai, vem a vontade de chorar por qualquer coisa. Outro dia chorei vendo um comercial do Mc Donald's. Chorei de ciúmes ao ver fãs comentando as fotos do meu ídolo teen e galã. E segurei o choro na frente do meu namorado na webcam, enquanto ele me contava sobre seu primeiro dia de faculdade.

O que acontece é difícil de explicar, mas posso tentar. Sei que muitas pessoas se sentem como eu. Como se tivesse uma rolha entalada na garganta. Sabe aquela sensação de entupimento? É assim com os meus sentimentos.

Tô sufocada, pronto.

Mas não especificamente por algo ou alguém, talvez esse sufocamento venha desde muito antes. Tá difícil me tornar adulta. E toda vez que vejo alguém tentando desabafar sobre isso, os adultos mandam-na parar de frescura e só seguir a vida. E sei que vão fazer isso comigo também. 

Enfim, é verdade. Quando você se torna adulto, mas não de idade, eu digo realmente adulto, quando sua maturidade atinge o nível que deveria atingir e você entende o que deve fazer da sua vida e como seguir com ela sem surtar, parece que um mecanismo de frieza é liberado no seu cérebro. Adultos que outrora nos entendiam, agora não entendem mais. Por quê? 

Eu não sei você que está lendo, mas eu paro constantemente para pensar em como me sinto pressionada por tudo. E incentivos tipo "Vai, você consegue!" não ajudam nem um pouco. Incentivar um desmotivado desse jeito é a mesma coisa que tentar ensinar uma planta a andar. Ela sabe que não consegue, você sabe que ela não consegue, e mesmo assim fala que sim só pela boa educação que te deram. Nada de errado com isso, claro. Educação é ótimo. 

Mas mentir por educação é algo tão sufocante.

A sociedade tá uma merda. Pronto, falei. Recentemente, um estudo mostrou que fazer maratonas de séries e filmes constantemente pode ser um índice comprovatório de depressão. Todas as pessoas que eu conheço fazem isso pelo menos duas vezes por semana. Eu faço isso o tempo inteiro! Hoje em dia, mais de 70% dos adolescentes e jovens adultos possuem níveis leves ou graves de depressão e suas derivações. Coisas simples como arrumar o quarto podem se tornar tóxicas.

É disso que eu estou falando. De coisas banais se tornando tóxicas. Porque tudo tem se tornado meio tóxico, meio venenoso. Tudo tem feito mal. Você, por exemplo, conhece alguém feliz? Mas tipo, alguém realmente feliz, que sorri só pelo prazer de sorrir? E pessoas felizes tem problemas. Todo mundo tem problemas. Isso é completamente normal, é comum, é humano. E elas são felizes porque não se deixam abalar pelos problemas, porque seguem em frente, porque são incentivadas de uma forma que não entendo ainda. Conheci alguém assim uma vez.

E mesmo assim, descobri recentemente que essa pessoa era assim só por fachada. Tem coisa mais horrível do que felicidade teatral? 

O que eu estou sentindo não pode ser explicado com palavras, mas a verdade é que eu preciso de um vazio. Mesmo. Preciso encontrar algum lugar vazio e branco, calmo o suficiente para eu ficar em paz de novo. Morar em uma cidade grande e ter muitas obrigações - ao menos mais do que eu sempre tivera -, está me deixando meio louca. E isso é um problema, considerando o fato de que tenho apenas fucking 18 anos. Eu não deveria estar tão estressada e tão preocupada assim. Eu deveria estar apenas estudando, saindo com os meus amigos e levando broncas da minha mãe por insistir em deixar meu quarto bagunçado. Ao invés disso, estou me preocupando com coisas que ainda não deveriam ser minha obrigação.

Ser maduro é bom. Ser maduro antes da hora pode te fazer virar um velho de 60 com carinha de 18. E isso não é brincadeira. Não são "já" 18 anos, mas sim "ainda" 18 anos. Se já somos assim com 18, imagine com 68? 

E por falar em quarto bagunçado, eu nunca tive a oportunidade de firmar as palavras, mas é algo que sempre digo a mim mesma e que no fundo, todo mundo também já sabe. Quando seu quarto está bagunçado, significa que sua mente também está bagunçada. Não adianta dizer que prefere a bagunça porque se acha melhor assim. É mentira. Você (e eu) preferimos a bagunça porque é o estado em que nosso cérebro se encontra, e, portanto, fica tudo mais fácil assim. Ou então dar aquela desculpa da falta de tempo. Arrumar o quarto não leva mais do que cinco minutos. Pelo menos a organização. Você e eu sabemos disso.

Então, minha mãe, se você estiver lendo isso, ou então qualquer outra mãe do mundo, por favor, tente entender primeiro o que está acontecendo com a cabeça do seu filho. O quarto desarrumado é só um reflexo do que a pessoa está passando. Mas, se ele optar por não responder, como eu faria, tente entender. Sei que é difícil pedir isso a um adulto, que deve ter passado pelas mesmas coisas algum dia. Não espere que seu filho vá te contar todos os problemas e que vocês vão ter uma conversa muito civilizada. Porque não é assim que vai acontecer, e falo por mim mesma. Ao invés de questionar e brigar, eu preferiria um abraço.

Não é tirar as obrigações da pessoa, nada disso. É justamente dar um pouco de espaço para ela se adaptar às obrigações. Já parou para pensar quão esquisito é se tornar adulto? 

Eu sei que não estou falando só por mim ou por alguém em específico. É por um todo. Por todos os meus amigos que se sentem doentes, por todas as vezes que chorei sem motivo, por todas as pessoas que eu vejo que estão tristes. Aliás, não é choro de tristeza, não, viu? É de um tipo comum de desespero, chamado "medo de ser insuficiente". 99% dos adolescentes e jovens adultos sofrem desse medo e eventualmente chegam a chorar ou a surtar, todos da sua própria maneira. E não foi nenhum estudo que disse isso, não. Fui eu.

Leve à sério.
Não é um desabafo qualquer.
É um pedido desesperado de alguém que está sufocando e precisa imediatamente de ar.

28 de dezembro de 2014

Iron Man Noir



Olá! Olá! Estamos aqui mais uma vez, e peço desculpas pelo atraso. Mas como todos têm vida social (assim eu espero), penso que irão me perdoar. Mas eu tenho certeza que irão, após terminarem de ler essa resenha.

Aviso: esse artigo pode conter alguns spoilers, mas não será revelado todo o enredo.

8 de dezembro de 2014

As perguntas fofas da Cecília

A correria do fim de ano acabou me pegando e aos meus colaboradores, mas acho que à partir de agora, dá para seguir direitinho com o nosso cronograma, yey! Bom, há alguns dias atrás, a Cecília, do blog Literamaníaca, me marcou em uma tag de blogagem coletiva, que eu ainda não respondi. Não costumo muito entrar na onda de tags porque sempre me perco em quem me marcou no quê, mas a Cecília é um amor e ela será parceira do blog! Logo, não dá para esquecer dela, né? 

Cinco coisas sobre mim:
  1. Eu não consigo dormir dos dois lados da minha cama. Sempre tenho que dormir virada para a esquerda, porque não me sinto confortável do lado direito.
  2. Gosto muito de escrever e todo mundo sabe disso. Além de textos e histórias comuns, escrevo diálogos. De ninguém específico, só estabeleço o sexo do personagem e o que ele está falando, nem mesmo escolho um nome. Gosto de pensar na possibilidade de usar esses diálogos em alguma história.
  3. Quando estou triste ou chateada, assisto filmes de terror. Quanto mais sangue, massacre e coisas estranhas, melhor. Isso porque gosto de fugir da realidade dessa forma.
  4. Meu lugar preferido no mundo é o Mont Royal Park, em Montréal, no Canadá.
  5. Damasco é minha fruta favorita (pensaram que era cereja?) e maçã do amor é meu doce favorito. 
E para a tag, a Cecília me fez algumas perguntinhas:

Qual o seu maior sonho? Ser uma sereia. Sério mesmo. E não só no sentido mágico da palavra. Um dos meus maiores sonhos é fazer uma cauda de silicone e viajar o mundo mostrando a importância da vida marinha e dos recifes de corais, fazendo apresentações em praias e tal.

Se pudesse ter um super poder, qual seria? O poder de ter todos os poderes, haha. Não, mentira... não sei, talvez voar ou mudar minha aparência, tipo a Mística.

Se você pudesse ser qualquer pessoa no mundo qual você optaria ser? Acho que a Kaya Scodelario. Mas eu ainda ia poder manter meus amigos, família e namorado?

Qual música mais te representa como pessoa? Essa:

"Ana, teus lábios são labirintos, Ana..."

Seu maior medo é... Tenho pavor de aranhas e tenho tripofobia.

Coloque aqui sua foto favorita e explique porque ela é sua favorita:


Porque foi meu tio quem tirou quando foi viajar para Londres e parece coisa de profissional

Quem é a pessoa que você mais admira e por que. Meu avô. Porque ele é uma das pessoas mais inteligentes que conheço, e eu admiro o modo como ele foi construindo a família com a minha avó, como ele é certo e como ainda tem muito a me ensinar.

Qual seu filme favorito? Sociedade dos Poetas Mortos.

Para você o que é ser feliz? Estar em paz consigo mesmo, mesmo que seja uma fração da sua paz, encontrada ao dobrar uma esquina ou em mudar de música.

Biscoito ou bolacha? Fucking bolacha!

Qual é a sua comida favorita de todas? Não dá para escolher, mas acho que a farofa da minha mãe, ou a bisteca que minha avó faz. Como aquilo de joelhos.

7 de dezembro de 2014

Esquadrão Suicida


Olá, cerejas, maçãs, morangos, framboesas, tomates? Coisas vermelhas. Confesso estar nervosa com a minha primeira postagem sobre HQ's no Acerejada, portanto, peço que me desculpem caso tenha algum erro, ou eu não tenha conseguido me expressar direito. Poderia falar sobre Sandman, vilões da DC, alguns personagens da Marvel, grupos e afins, mas existe uma instabilidade cruel na minha cabeça e, confesso, fiquei dias pensando sobre o que escrever.

Escolhi falar sobre o Esquadrão Suicida, talvez por esse nome ter percorrido minha mente durante toda a semana, além da grande espera sobre quem interpretaria o Coringa no filme que será lançado sobre o esquadrão. 

O que é o Esquadrão Suicida? Pessoas suicidas? Talvez. 

30 de novembro de 2014

Luz, câmera, Homem-Aranha, ação e... Noir?



Olá, cerejinhas. Cerejinhas malditas se vocês forem fãs do Stephen King, ou cerejinhas malditas do espaço se forem fãs de Lovecraft. É com entusiasmo que entro para a equipe desse lindo blog. A partir de hoje, todo domingo teremos atualizações sobre HQs, aqui no Opera Comics. Atualizações nem sempre tão atuais, para falar a verdade, pois muitas vezes iremos voltar aos tempos dourados dos heróis.

Se você está aqui, é porque veio ler sobre HQ, e não sobre mim, então vamos lá. Para a primeira matéria dessa categoria, eu poderia ter escolhido alguma obra consagrada. Sandman, Watchmen, 100 balas... mas não. Obviamente que iremos falar sobre tudo isso mais para frente, porém decidi buscar algo menos saturado na mídia, mas não menos famoso.

27 de novembro de 2014

Arte de Quinta (Categoria) — 1ª Edicão


E aí, leitores do blog Acerejada? Quem tá aqui? Quem tá aqui? Eu dou as boas-vindas ao Arte de Quinta (Categoria), onde a minha pessoa (Carol) irá estar postando durantes as quintas, artigos sobre decoração e afins. Como futura arquiteta e amante da arte manual — apesar de ser incrivelmente preguiçosa para por esse tipo de coisa em prática, confesso — nada mais justo que pesquisar e apresentar ideias para vocês. Enfim, algumas horas atrás, eu estava pensando em como começar bem a minha estadia como colaboradora e não fazer feio. Então eu me recordei do local onde eu fazia parte de um projeto social, onde éramos encaminhados para cursos no Senac e coisas assim — não consigo me recordar como funcionava, perdão, mas esse não é o ponto.

Quando eu tinha 13 anos, tínhamos aulas de teatro e de artes nesse tal local público, e lembro-me de que determinado ponto do ano, a professora de artes sugeriu que nós mesmos decorássemos a sala onde trabalhávamos. E entao, eu sugeri algo para deixar o local com um ar bem artístico. "Por que não decoramos a porta da sala com páginas de revistas em quadrinhos?". Sim, na minha cabeça, isso era algo de nível profissional. Eu fui para minha casa — que é bem perto do local onde ocorria esse projeto social — e recolhi uma caixa enorme e cheia de revistas em quadrinhos que eu possuía e retornei ao local, onde recortamos as tirinhas dos quadrinhos, e colamos na porta com a ajuda da docente, e passamos um tipo de verniz impermeabilizante por cima. Ficou realmente bonito.


25 de novembro de 2014

Game Station - 1ª Edição + Bônus!

E sejam bem-vindos à coluna mais legal do blog Acerejada! Todas às terças, eu (Gio) estarei postando algumas curiosidades, novidades e análises a respeito de jogos. Começamos a primeira edição da Game Station com alguns comentários e informações da mais nova versão de uma das franquias mais sucedidas da Ubisoft... Assassin’s Creed: Unity!

AC: U chegou apenas nas plataformas de Xbox One, PlayStation 4 e PC. Seguindo o padrão amado pelos jogadores, a história se passa em Paris do final do século XVIII, mergulhando no horror da Revolução Francesa! Já disse que Revolução Francesa foi minha matéria favorita? Obrigada, Ubisoft, sua linda. Bom, não para por aí! Em tempos de brutalidade e caos, um rapaz chamado Arno (não o liquidificador), perde uma pessoa extremamente importante em nome da liberdade do povo. Com o sentimento de redenção, Arno junta-se à Irmandade para fazer a justiça. Agora, vamos à parte mais da hora de se discutir... Gráficos e áreas do mapa!


14 de novembro de 2014

DIY: Aprenda a fazer a Jarra dos Sonhos


Prometi que ontem teríamos o primeiro DIY do blog, mas acontece que não encontrei nenhum pote de vidro para fazê-lo. Esse tutorial é algo que queria muito fazer, principalmente para o ano que vem. Então eu pedi a ajuda para a minha avó e ela me arranjou um jarrinho que tinha sabonetes. Vó é vó, né? 

Esse tutorial é minha pequena contribuição para o Dia Mundial da Bondade, ontem, 13 de Novembro. Um dia que muitas pessoas consideram banal, mas que pode nos ensinar como devemos valorizar as pequenas coisas.

A Jarra dos Sonhos (também conhecida como Jarra de Memórias) pode ser usada de muitas formas, e não é algo só feminino, como pensam a maioria das pessoas. Tudo depende da forma como você fizer a sua. A minha ficou assim, e no tutorial abaixo, coloco passo a passo como fazê-la.

12 de novembro de 2014

Novidades no blog!

É com muito orgulho, amor e carinho que eu apresento o novo sistema do Acerejada. Fiz outro banner e descobri que era aquele que estava me incomodando um pouquinho, então este está muito melhor, na minha opinião. 

O novo banner está muito mais bonitinho e combina nem mais com o blog! E estou trabalhando na possibilidade de mudar de tema também, apesar de esse ser um dos meus xodós. Mais novidades virão em breve, bem como a volta do meu canal no Youtube assim que eu conseguir uma boa câmera.

Mas a maior novidade mesmo é agora o blog tem colaboradores. São amigos meus que foram especialmente convidados a escrever artigos uma vez por semana por aqui, falando de diferentes temas. Algumas pessoas ainda não confirmaram, mas as confirmadas podem ser encontradas ali no menu, na página dos colaboradores. 
Então, com isso, o plano do blog fica de ter uma postagem por dia. Agora também dei um jeito de as pessoas fazerem comentários pelo Facebook, não apenas pelo Blogger, (êêê, amém!), o que facilita muito a minha vida e a vida dos leitores daqui. 

E amanhã eu FINALMENTE (caps lock pra dar ainda mais ênfase) vou inaugurar os tutoriais aqui do blog, que é algo que quero fazer já há tempos e nunca consegui. Resolvi deixar de frescura e trabalhar no Acerejada, que é um dos maiores orgulhos dessa minha vida. Espero que gostem das mudanças daqui!


11 de novembro de 2014

Eu nunca tive medo de filmes de terror, mas...

Essa semana me perguntaram o motivo de as coisas boas que eu gosto não estarem aqui no blog. Então eu resolvi tomar vergonha nessa minha cara branca e começar a postar. Eu estava com uma frescura enorme - ainda estou, mas não é o caso - de que quero mudar o layout daqui de novo, mas não consigo achar nada que me agrade, então, por enquanto, vai ficar assim mesmo.

Todo mundo que me acompanha há algum tempo sabe que eu adoro filmes de terror. De todos os tipos, desde os antigos até os mais novos, embora eu seja do time que prefere os mais novos pela questão de estética e realismo. Enfim, isso não importa muito, porque quando se trata de filme de suspense ou terror, basta atingir o objetivo: assustar, chocar, deixar surpreso. 

Minha preferência é de filmes sobre serial killers e no estilo de Jogos Mortais, que pode parecer só muito sangrento, mas que tem uma grande mente por trás e uma história bem legal. Só que ontem eu estava vagando por esses sites de filmes estrangeiros e me deparei com essa belezinha aqui... 

The Babadook é um filme australiano que foi lançado esse ano, mas ainda não chegou ao Brasil. Conta a história de uma mulher que perdeu o marido há seis anos e que tenta superar enquanto cria o filho pequeno, que tem dificuldades para amar. O garoto anda tendo sonhos estranhos com uma criatura e, quando acha um estranho livro sobre ela, fica certo de que o Babadook quer matá-lo. Então, Samuel começa a agir irracionalmente, enlouquecido pelo medo, para o desespero de sua mãe.


Não é um dos melhores filmes que já assisti, mas, com certeza, merece uma indicação. Isso porque só o trailer disso aí já me deu arrepios, e acho que essa noite eu tive um pesadelo com o Babadook. Filmes com crianças e com ênfases infantis já me deixam um pouco desconfortável, aí colocam uma criatura tão bem desenhada e retratada humanamente que... bom, o resultado foi que quase chorei. E já aviso que o final do filme pode ser insatisfatório para alguns públicos, mas eu gostei dele como um todo. 

Porque, sabe... if it's in a word, or it's in a look... You can't get rid of the Babadook.

12 de setembro de 2014

Eu assisti Maze Runner!

Certo, sei que o título já deixa muito óbvia sobre o que vai ser essa postagem, mas primeiro queria me desculpar por ter sumido. Já disse no Facebook e repito: eu realmente não sei o motivo. Foi algo que acabou acontecendo e eu preciso pedir desculpas, porque não foi justo. 

Mas enfim, todo mundo que acompanha o blog há algum tempo, ou mesmo os que me acompanham em redes sociais sabem que eu tenho uma paixão por Maze Runner. É a minha saga favorita e eu amo mais do que sorvete. Já fiz resenha do livro, resenha do trailer e agora, a resenha do tão esperado filme. Fato é que eu sou muito, mas muito xereta, e acabei me enfiando (mentira, obrigada ao Felipe Gulyas por ter me convidado) na primeira sessão exclusiva de Maze Runner aqui no Brasil, que aconteceu dia 6 de setembro, muitos dias antes da estreia oficial, dia 18 de setembro. 

Dispensável dizer que chorei, que gritei e que quase tive um surto psicótico antes de assistir. Chegou um momento em que eu estava já dentro da sala de cinema e não tinha caído a ficha. O nome do filme apareceu na tela e eu ainda não estava acreditando. E prometi a algumas pessoas (oi, Bruno, Vitória, Eduardo, pessoal da Clareira no Facebook!) que faria uma resenha completa e detalhada. Prometo não colocar nenhum spoiler significativo, mas é claro que será inevitável.

7 de julho de 2014

Postagem Branca

Tristemente interrompo o Especial Disney para divulgar um desabafo que recebi de uma amiga querida. Ela pediu que eu não denunciasse seu rosto ou seu nome, mas quero dizer que é uma pessoa muito especial e doce. Esta minha amiga ficou de me mandar um texto sobre a postagem de estupro e feminismo, o #NãoMereçoSerEstuprada, mas sumiu logo depois que eu publiquei o texto com as mensagens de Petra e Giovanna. Eu não entendi bem o porque, mas agora, depois de tanto tempo, ela me explicou. Que fique como denúncia aqui e respeito a ela. Ela pediu para que ficasse anônima.

Esta postagem é branca. Sem felicidade, sem tristeza, apenas neutra e pensativa. Sem foto. Segue:

"Aos meus treze anos eu fui estuprada por três homens. Não tem o que dizer, foi isso mesmo. Houve penetração anal, vaginal, espancamento... Tenho cicatrizes dos lugares onde queimaram cigarros em mim até hoje. Eu nunca havia dito isso pra ninguém, até meus dezesseis anos, quando conheci pessoas que me disseram que eu não deveria ter vergonha disso. Aconteceu e estava no passado. Então, quando alguém perguntava, eu respondia que sim, eu tinha sido estuprada. Mas então começaram a dizer que eu só dizia isso pra chamar atenção. Me fechei novamente. Eu não confio em homens. Eu gostaria de confiar, gostaria de ser menos preconceituosa, mas parece que isso foi implantado no meu subconsciente. Algo como "todos os homens querem te usar". Daí isso piorou. Se tornou algo como "todas as pessoas querem te usar". Eu tive medo de fazer queixa na policia na época. Hoje não posso mais fazer nada. Eu achava que eu tinha perdoado no meu coração as pessoas que fizerem o que fizeram comigo. Mas eu não consigo. Eu já disse diversas vezes que eu havia perdoado tudo, mas não é verdade. Eu nunca mais usei shorts ou saias muito curtos desde então. Eu me sinto suja o tempo inteiro, como se eu tivesse uma camada permanente de sujeira na pele. Eu constantemente uso roupas masculinas alegando que elas são "mais bacanas" que as femininas. Mas na verdade, eu uso porque elas escondem melhor meu corpo. Você já se sentiu mal dentro da própria casa? Bom, eu me sinto mal dentro do meu corpo. E eu não posso fugir disso. Sou eu versus eu mesma. Meus pais ainda acham que eu estou mentindo, apesar de todas as cicatrizes, todas as minhas crises, todo o choro... Apesar de eu dar minha própria palavra. Minha mente me sabota. Num nível consciente do meu pensamento, eu sei que não sou culpada de nada. Mas num nível inconsciente, eu me sinto imensamente culpada, eu sou a vilã. Eu acho que mereço cada coisa ruim que acontece comigo desde então. Eu acho que eu não tenho valor nenhum. Eu acho que eu mereci, apesar de desejar que não tivesse acontecido. Mas eu aprendi que as pessoas não gostam de ouvir as lamurias dos outros. Então, pra impressão geral, eu sou alguém engraçada, que se valoriza, bobalhona e enfim... Livre de problemas. Eu sou uma grande atriz da vida. Não é algo que deveria orgulhar a alguém, ou algo pelo que merece admiração. É horrível. Eu não sou quem eu sou. Além de toda a bagagem de problemas que esse estupro me trouxe, eu já tinha os meus. Eu tenho alucinações visuais e auditivas. Eu tenho depressão desde que lembro. Eu tenho crises de pânico e psicóticas. Eu tenho ansiedade. Eu sou suicida. Eu encerro esse texto com a seguinte proposta: você nuca vai conhecer seu próximo 100% quanto ele conhece a si mesmo. Não tente interpretá-lo melhor que ele mesmo, sempre que possível. Trate cada pessoa como se você se o mundo fosse construído de amor e você estivesse conhecendo aquela pessoa pela primeira vez, ou seja, entenda que ninguém é a mesma pessoa que era a um segundo atrás, que dirá dias, semanas, meses ou anos, que elas podem ter mudado de opinião sobre varia coisas. Basicamente: não julgue. Cada pessoa carrega um universo dentro de si, e em todo universo existe nem que seja uma pitada de caos. Você também carrega . A pessoa mais próxima de você também. Todos. Trate cada pessoa como se aquela fosse a primeira vez dela tentando algo novo e ela fosse uma criança. Trate com carinho. Distribua as coisas boas que você carrega consigo, não as negativas. As positivas construirão um legado, as negativas serão borrões na fotografia do tempo. Tratem as pessoas com amor fraternal. Se eu tivesse sido tratada com mais amor, provavelmente o meu texto estaria falando sobre uma experiência mais bonita."

3 de julho de 2014

Especial Disney - Disney's Hollywood Studios

Primeiramente eu queria agradecer todo o carinho que tenho recebido dos leitores, seja no meu Facebook pessoal ou via email. Ontem eu recebi um email fofíssimo da leitora Carolina Campos, que só me animou mais ainda a continuar com o blog. Obrigada, gente, sério. É esse tipo de coisa que move um blogueiro, saber que seu trabalho está sendo lido e divulgado.

O próximo parque a ser retratado aqui é o Disney's Hollywood Studios, famoso pelo enorme chapéu do Mickey. Foi um dos parques que mais gostei, apesar de não ter tantas atrações radicais para ir.

1 de julho de 2014

Especial Disney - Magic Kingdom

Como eu escandalosamente anunciei no meu Facebook pessoal: o blog está voltando. Com um mês de atraso, mas está voltando. Peço desculpas à todo mundo que aguardou o retorno do Acerejada em Maio, o problema é que eu perdi a semana de provas da faculdade e cheguei no meio do projeto interdisciplinar, então já viu. Mas agora... férias. Minhas merecidas férias e eu finalmente posso pensar aqui, porque estava morrendo de saudade. 

Antes de começar a fazer o Especial Disney que prometi, queria agradecer ao Joe, do blog Café com Letras pela ajuda na edição do layout e principalmente à Bekky, do Bomba de Morango pela imensa ajuda. Vocês são incríveis, caras. 

Mas então! (gente, não sei mais como falar com os meus leitores, que horror). À pedidos no Facebook, eu vou mesmo fazer o Especial Disney aqui no blog, já que muita gente está curiosa sobre os parques. Começando com o mais famoso deles, o Magic Kingdom.

22 de abril de 2014

Pausa para o Café

(Eu sei que o título tem café e na foto é chá, eu sei, eu sei, mas use a imaginação). Todo mundo precisa daquela pausa. Seja da escola, seja do trabalho. E eu, às vezes, preciso de uma pausa do meu próprio mundo. 

É por esse motivo que o blog entrará em... bom, pode chamar de Pausa Para o Café. 

Os motivos logo explico. Estou enrolada com tantos trabalhos na faculdade que não consigo pensar direito no que escrever aqui. Acho que, entre escrever sempre e mal, e pouco e bem, prefiro a última opção. Além disso, dia cinco de Maio começa a maratona dos Quinze Melhores Dias da Minha Vida (um dia vou escrever um livro com esse título), onde viajarei para a Disney. Sabe aquele sonho de criança? Então, será realizado no ano em que faço 18. Não exatamente de criança, mas é válido ainda assim.

Não é uma despedida. Está muito longe de ser uma despedida. Poderia ser, já que não tenho muito tempo para cá. Mas vou arranjar. Vou arranjar porque percebi a quantidade de mensagens que recebo de leitores daqui. Pessoas que eu sequer imaginava que leriam meu blog. Meninos e meninas que são distantes de mim, amigos que eu quase nunca falo. "Li aquilo no seu blog" ou "Sempre visito seu blog" é muito lindo de se ouvir, todo blogueiro sabe disso. E o mais interessante de se ouvir é "Li no Acerejada e você me influenciou...". É sério. Pessoas me dizendo que começaram a ver tal série, ou começaram a ler tal livro porque eu escrevi aqui, indicando. Pessoas me dizendo que meu trabalho vale à pena. Por esse motivo isso não é, e nunca será, uma despedida.

Volto logo. E prometo um Manual completo da viagem. Talvez até faça um pequeno Especial Anita na Disney. Porque vai ser muito divertido, e muito especial, e eu quero dividir com vocês tudo o que aprenderei por lá. 

Metade do meu círculo social e do meu crescimento psicológico, eu devo a este blog. Porque o criei depois de uma grande perda, depois de um grande trauma. Não de morte, mas metade de mim se foi. Conflitos pessoais ou coisas assim. E, nos 9 meses de gestação do Acerejada, posso dizer que mudei. Porque agora eu não tenho medo de me expor, não tenho mais medo de falar nada, só porque algumas pessoas daqui me apoiam. Só por isso. E obrigada. 

E agora, com 9 meses de gestação, o Acerejada vai nascer, awn. E como todo bebê, preciso ficar um tempinho fora, para cuidar dele. Mas eu volto. Prometo que volto.

Vejo todos no final de Maio.
Obrigada por tudo!
Anita

5 de abril de 2014

Bring Down the King

Não é novidade que a divulgação de filmes e séries está ficando cada vez mais criativa. Depois da pegadinha feita com Carrie, a Estranha, agora é a vez de Game of Thrones ter sua campanha criativa. Já não é de hoje que a HBO inova nessas campanhas, mas eu acredito que essa aí seja uma das melhores.

Acontece que a série está há um dia de estrear sua quarta temporada, e para comemorar, a HBO colocou, em Auckland, na Nova Zelândia, uma estátua do rei Joffrey. É, aquele que todo mundo odeia. Pois então, a brincadeira consiste em tentar derrubar a estátua. Mas calma, não mandaram os moradores da cidade chegarem lá com paus e pedras para atirar em Joffrey. Se você chegar bem pertinho, pode ver uma corda amarrada no pescoço do menino, que é um mecanismo que fará ele cair. Mas como?

Tá aí a ideia genial: há um site onde você pode votar para derrubar o impiedoso King Joffrey. #BringDownTheKing é a hashtag usada no twitter: quando o mostrador eletrônico do site chega no fim, a estátua é puxada um pouco para baixo. Achei isso um máximo. Afinal, quem não quer derrubar esse idiota?

Você pode conferir o site clicando aqui, e a conta já é automaticamente conectada ao Twitter. Há duas câmeras em tempo real da estátua em Auckland, e você pode mudá-las para ver o processo de derrubada desse rei bastardo. Não é só para os moradores da Nova Zelândia: a derrubada da estátua pode ter a ajuda do mundo todo! Já votei zilhões de vezes.

No site também tem trailer da 4° temporada! 

(E o mais legal disso tudo é o guardinha que fica ali cuidando da estátua, coitado)

1 de abril de 2014

#NãoÉSóPelaRoupaCurta

Ainda acha que o Brasil não tem futuro depois daquela pesquisa que disse que mais de 60% dos brasileiros acredita que a mulher "pede para ser atacada" e "provoca" usando roupas curtas? Eu acho que não.

Como toda boa xereta do Facebook, selecionei amigas minhas, colegas e escritoras, formadoras de opinião, para saber o que elas pensam sobre tais atos. E também sobre a manifestação #EuNãoMereçoSerEstuprada que está rolando pela rede. E já deixo a minha opinião: não é só pelas mulheres. Muitos homens estavam reclamando que nem só mulheres são estupradas. Pois então. O manifesto é pela única raça existente. A humana! Ninguém merece ser estuprado, seja homem, mulher, menino, menina, idoso ou idosa.

E acho que as meninas também pensam como eu: